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sexta-feira 18 agosto 2017
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História do Município

                                           KRENAK´S

           A MEMÓRIA DE UM POVO E UMA HISTÓRIA SEM FIM

Os Krenak pertencem o tronco lingüístico Macrogê, família Botocudo, língua Krenak. Apesar de também falarem o Português no cotidiano, os Krenak também falam a língua Krenak. Receberam anteriormente as seguintes denominações: Aimoré, Gre, Guerén ou Kren e botocudo e no inicio da colonização, Tapuio, em oposição a Tupi. Sua auto denominação é Borun do watu ( onde o Watu é o Rio doce ). Atualmente um grupo de Krenak, os Borun do Watu se encontram em reserva próxima á divisa do Espírito Santo, ás margens mineiras do rio Doce, e outro contingente estão distribuídos em outras reservas junto a outras etnias, nos estados de São Paulo, Mato Grosso e Goiás, Um pequeno número de pessoas ainda permanece no Posto Indígena Guarani em Minas Gerais, mas a maior parte retornou para a área Krenak depois da recuperação de suas terras.

O termo ¨Krenak¨ vem do nome do líder de um subgrupo dos Botocudos que entrou em contato com os brasileiros na região de Pancas, onde viviam os Arariboias, quer dizer fortes índios e valentes, por volta de 1901 a 1910, intermédio de Muhin, filho do capitão Krenak.

São os ancestrais que trasnsmitem o conhecimento sagrado para os mais velhos. O conhecimento é revelado por meio dos sonhos ou pelas vozes dos antepassados que falam para aqueles que possuem a força espirtual.

As terras tradicionais são uma referência importante para a esta sociedade.Com a reconquista do seu território, os Krenak voltam a realizar os seus rituais.Depois de anos de dispersão, relembram e recriam o contato com os seus espíritos, os Maretes os yonkyón.Durante todo este tempo, eles permaneceram habitando apenas em suas lembranças e em seus corações.

O atual grupo Krenak é formado por dois subgrupos:os Nakre-hé e os Krenak, originários de diferentes territórios.Apesar de falarem a mesma língua e partilharem o mesmo modo de vida, ainda reconhecem suas identidades distintas.

São vários grupos familiares que ocupam territórios definidos e possuem lideranças locais. Atualmente uma liderança oficial geral é mantida.Este líder procura o consenso das outras lideranças para tomar todas decisões.

A caça e a coleta ainda são significativas. Mas é a pesca, a atividade mais importante para a sobrevivência Krenak. Os homens utilizam a tarrafa e facho de luz para suas pescarias. As mulheres pescam com rede e anzol. Atualmente a agricultura, a criação de gado e de animais de pequeno porte é também fundamental para a sua economia.

Ao lado das tarefas domésticas cotidianas e da participação nas atividades econômicas, ás mulheres desempenham um papel importante na vida política do grupo. As matriarcais centralizam um grupo de parentes e, como líderes religiosos, exercem uma grande influência sobre seus filhos e maridos.

A língua Borun é um distintivo iportante para a cultura Krenak.São as mulheres mais velhas, detentoras deste conhecimento, que ensina esta língua para as crianças.Ensinam nas suas escolas indígenas também, ajudadas pelos seus filhos, professores Krenak.Falar e cantar em Borum alimenta o espírito e constrói a pessoa Krenak.

CUPARAQUE…! E A SABEDORIA DOS MAIS VELHOS.

Cuparaque, na língua indígena Krenak, quer dizer cupa-onça, raque que- pintada, assim é nossa origem, nasce das origens dos botocudos e dos Nakre-hé. Dentro das comunidades Krenak, como de outros povos indígenas, o conhecimento está depositado na consciência dos mais velhos. São eles os portadores da tradição, são os condutores e formadores dos mais jovens, inclusive das lideranças políticas que fazem a interlocução com o chamado mundo dos brancos¨. Aquela sabedoria e conhecimento frutificam as atividades escolares. Por mais distantes do conhecimento tradicional que um conteúdo escolar esteja,mais cedo ou mais tarde as crianças ouviram a opinião dos mais velhos sobre o tema, seja no próprio espaço escolar-a presença das ¨velhas¨senhoras Krenak é uma rotina na escola-seja no espaço mais restrito das famílias.Essas opiniões serão os pontos de partida de novos desenvolvimentos dos temas de trabalhos.Nesse ponto, a escola Krenak apresenta-se inteira como uma ¨ponte entre dois mundos¨, uma possibilidades de dialogo entre o mundo da aldeia e a cultura ocidental.

Dos anos de 1925 a 1945, esta fase aconteceu nos desbravadores desta terra sem lei, só aceitavam a ideologia dos brancos mais velhos e escola era para não ser diferente debaixo de uma arvore de figueira ou no passar dos anos em casa de taipa e barreada com pau a pique, chão lameado e liso com estrume de boi, as mulheres mais novas aprendiam a tercer o algodão e a contar com os frutos do cipó olho de boi, os homens a trabalhar no roçado e a cuidar das plantações e dos animais brutos nos campos de domas. A partir daí na entrada de colonos de regiões diversas começa a mudar nossa história, entra o misticismo branco, as religiões e o índio sendo expulso para longe daqui,fica agora a memória cheia de lendas inacabadas feitas por pessoas que nem mesmo conhecem o verdadeiro sentido da luta de um povo sonhador.

NASCE UM POVO, O NOME DE UM POVO, NASCE UMA NAÇÃO.

              (CUPARAQUE TAMBÉM FOI ASSIM)

Krenak é nome tradicional que usamos, antes de cantar. Significa cabeça da na terra. Colocamos a cabeça sobre a terra por um minuto, em seguida, dançamos.Há muitos anos atrás, quando eu não existia, os mais velhos contaram uma historia para minha avó, e minha avó me contou. Havia um casal de índios passando por um caminho, de repente, a índia passou mal,pra dar á luz uma criança. O índio colocou a índia sobre o barraco deitada e saiu correndo desesperado, pedindo ajuda aos¨Kraí¨. Ele não sabia falar português.

Nesta época,havia uma porção de homens trabalhando na abertura de estradas (desbravando),de repente a criança sai e bate a cabeça na terra.O índio desesperado grita: AGRÃNA TONDONE KRÊN NO NÁK ( O bebê bateu a cabeça na terra). O homem mandou o índio repetir o que ele tinha falado o índio repete: AGRÃNA TONDONE KR^REN NO NÁK ! (O bebê bateu a cabeça na terra!). O homem juntou as duas palavras e disse: este povo terá o nome de Krenak.

E ficou para sempre o nome de Krenak. Esta história foi contada para os mais velhos, dos mais velhos contados para os mais novos,dos mais novos contados para os mais jovens. Assim ela é passada por cada geração, e a mesma nunca morrerá.

 

JONKIÓN O DEUS DE UMA NOVA NAÇÃO, O DEUS DOS ÍNDIOS KRENAK. (CUPARAQUENSES, POVO DESTEMIDO E GUERREIRO, FÉ FORTE)

 

Jonkíon,mastro esculpido de madeira de lei, que indicava e unia a nação indígena ás margens dos córregos desta região, sempre enquanto um grupo dormia outro ficava em alerta ao lado de uma fogueira de costa para o mastro, diziam que se o Deus não dorme porque o índio dormir, tem que estar sempre alerta. Jonkión sumiu, foi roubado. A gente não sabe onde está, faz muito tempo, roubaram o nosso Deus! Por ele, nós tínhamos uma religião forte, o nosso canto e tradição. Ele nos protegia através dos Marét bons.

Aos poucos, nós vamos sobrevivendo e resistindo ao sofrimento, porque nós temos um sangue forte. Estamos com ele na mente, na cabeça. Sei que ele não está aqui no meio do nosso povo, mas está longe, olhando por nós todos.

OS KRENAK`S, E SUA INDIAS.

DIZIAM EM PRANTOS, OUTRA VEZ NUNCA MAIS…!

Cuparaque tinha índio mais tinham branco também, os tempos foram passando e os índios foram desaparecendo desta região os lideres das aldeias ficaram muito preocupados porque estava perdendo seus homens de combate a cada semana que passava, e a cada dia só restavam mulheres e crianças nas aldeias locadas as margens dos córregos e afluentes das aldeias de cima como eram chamado nesta época.

Nestes tempos os índios escondiam com medo nas cavernas, também havia uma pedra que tinha um papagaio encantado, que três índios descobriram. Esses índios eram os capitães do mato, o cacique e o pajé. Eles estavam procurando alimentos quando viram umas pedras altas, e foram lá vê-la. Chegando lá, tinha um cipó dependurado na pedra. Eles subiram pelo cipó e a pedra ficou “ baixa”. Então, eles alcançaram a loca, eles foram entrando e chegaran no acampamento deles e falaram para os seus parentes que eles haviam encontrado um local mais seguro, que dava para esconder todo o povo do ataque dos brancos.

Quando tinha muita mata, os índios saiam e faziam acampamentos. Faziam a sua caçada e depois voltavam, e faltava um deles. Yokion descobriu que estava sumindo índios, e falou para o chefe branco Xí Cristino. Ai o meu avô que é o pai de minha mãe, juntamente com Zé Amato que é Krenak e hoje mora em São Paulo, em Vantuíre, foram para Aimorés, porque na época, Resplendor era um patrimônio e não tinha como se comunicar com autoridades. Chegando a Aimorés, eles falaram com o sargento que estava sumindo índios. Ai o sargento mandou a policia para Cuparaque.

Chegando lá, o cacique com mais três índios mostraram a mata, aí a policia olhou e saiu perguntando a cada morador da redondeza se tinha gente viajando, ai eles respondiam que não. Chegando na última casa, eles respondiam a mesma coisa, que não tinha ninguém viajando. Aí eles continuaram a andar, andaram toda a fronteira do estado do Espírito Santo até a Bahia toda a Bacia do Rio Doce. Chegando á beira da mata, eles viram uma roça e uma mulher. Ai perguntaram para a mulher, onde estava o marido dela, ela disse que estava viajando.

Eles voltaram e esconderam, ficaram vigiando a mulher até a tarde. Finalmente, ela saiu com um caldeirão de comida, um bule de café, e foi andando pela mata, até uma loca de pedra. Os policiais a seguiram, e viram o marido dela. Eles o esperaram terminar de comer e o prenderam. Eles descobriram um chuchu na loca. Era um instrumento que ele matava os índios desaparecidos.

Com a falta de homens para vigiar as ocas e muita criança órfã de pai o cacique e capitão Yokion, sentiu que as índias ficavam muita atormentada as noites, não dormiam com muito medo e quando iam lavar as roupas as margens do rio, rio que nascia no estado do Espírito Santo tinha o nome de correnteza, por suas águas serem muito corrente e forte nas ladeiras de pedras dentro das matas que o cortavam. Uma das mulheres índias em um dia a tarde ao vir das margens do rio junto com outras índias, sentiu falta de um de seus filhos e saiu em pranto, chorando e gritando, assustou o cacique que de imediato juntou os índios caçadores e na descida de uma ladeira rio acima encontrou outra índia chorando com uma flexa na mão e o cocar de um indiozinho na mão, era mais uma vitima do grande monstro da noite como era chama dos animais grande e desconhecidos pela aquela tribo, continuaram a caçada e encontraram ao anoitecer no galho de uma grande arvore adormecida a onça pintada.

Vigiaram a noite todo revezando para não cair no sono, usaram até o feiticeiro da tribo para cercar o local com seus ritos de bruxaria isto porque o animal tem hábitos noturnos e poderia atacar a qualquer momento, no romper do dia o grande monstro da noite, estressado desceu da grande arvore e foi surpreendido com uma armadilha que o traçou de um lado para o outro, tiraram o couro da fera intacto e colocou sobre o cacique Yokion que passou a ser um grande líder pela sua valentia diante do monstro que amedrontava as índias a as criacinhas daquela aldeia.

Assim, a partir daí deu-se o nome ao rio de correntezas fortes a córrego Cuparaque eo nome de um povoado as margens de uma grande montanha e ladeada por dois córrego de águas claras e nascentes profundas e cristalina.

CUPARAQUE, UM SONHO INACABADO NA HITÓRIA…!

    COMO O POVOADO SURGIU E QUAIS FORAM OS FUNDADORES?

Foi nos meados dos anos dourados assim a história os chama que com muita intrepidez o homem branco morador da Municipalidade do Estado do Rio de Janeiro, começou a demarcar áreas em municípios as margens do Rio Doce, ponto referencial por ter muita água e não ser explorado. Rio ainda navegável e com muita mata ciliar muito bonita, suas colosso seu leito muito fundo e sua beleza encantadora por ser uma água esverdeada pela vegetação das margens e do fundo. Minas ainda Capitanias, sua capital Vila Rica, hoje Ouro Preto, nesta época a cobiça por Minas era muito maior pelos Fluminenses ou até mesmo pelos Cariocas influenciados pelos Portugueses que atravessavam os negócios, compravam e vendiam.

A ganância pelo ouro mineiro, como era grande começaram a explorar o interior das Gerais, fronteira com estado do Espirito Santo e ainda uma guerra contestada pelos dois estados, na época nesta região já moravam os índios Krenak, que seu líder tinha como referencia um mastro de madeira esculpido em madeira de lei chamado de Cedro Rosa, pelo seu cheiro e a garantia de nunca apodrecer, porque foi extraído na lua minguante, lua forte para os índios deusa da plantação de raízes.

Nos anos de 1908, começou a chegar os primeiros pioneiros como: Pedro Lessa, político de fibra, veio desbravar, começar uma nova historia para minas, mas, ao chegarem ás margens do Rio Doce, encontraram de mala e cuia com sua tropa os senhores Antonio Ferreira de Lisboa, e Francisco Garcia de Brito, mais a frente Jose Evangelista de Miranda, Antonio Hipólito de Silva, Francisco Carmo Costa e Pedro Luciano Pinto.

No final de 1920 já existia o povoado Lajão, de cipó caboclo.Em 1935 começou aparecer por aqui o familiar da família Balbino, juntamente com outros todos vindos da região da zona da mata fronteira com o Estado do Rio.

  • Pelo Sr. Antonio Hipólito da Silva – Onça Pintada, nome dado ao córrego, nascente do Estado do Espírito Santo e desaguavam em Minas, de correnteza forte de uma fonte cristalina e doce.
  • Pelos Balbino- Aldeia de cima, porque Aldeia de baixo era o centro comercial muito forte, e teria que ter um lugar que seria mais central e mais perto da fronteira com outro Estado.
  • Por José Fernandes Filho (Fernandinho), político forte do Governo de Estado e companheiro e amigo de Drº. Sebastião Anastácio de Paula- Pedro Lessa, homenagem a um amigo e compadre da mesma facção política.
  • O povoado de Aldeia de baixo pertencia ao Município de Conselheiro Pena, pela lei nº- 148 de 17 de dezembro de 1938; Aldeia de Cima a Cuparaque, pela emancipação, elevação de povoado a distrito de Conselheiro Pena, pela Lei nº- 336 de 27 de dezembro de 1948.
  • Cidade de Cuparaque pelo plebiscito em 22 de outubro de 1995 e pela garra do povo de Aldeia e Cuparaque, e a lei de Emancipação nº- 12.030 de 21 dezembro de 1995.

 

                   CUPARAQUE, SEUS LIMITES E DIVISAS.

                      (INTERDISTRITAIS E MUNICIPAIS)

Na colocação foi o vigésimo oitavo município a ser emancipado, desmembrado de Município de Conselheiro Pena.

  1. Com o Município de goiabeira: Começa no divisor de águas entre o rio EME e o córrego canalão, no alto que defronta a foz do córrego Mutuzinho, no rio EME; por espigão atinge essa confluência e sobe pelo rio EME até a foz do córrego Ferrujão, daí, continua pelo divisor da vertente da margem esquerda do córrego ferrujão,passando pelo alto da sete pedras, e, sempre por espigão atinge a confluência dos córregos ferrujão e ferrujinha.
  2. Com o Município de Conselheiro pena: Começa na confluência dos córregos ferrujão e ferrujinha; sobe pelo córrego ferrujão até sua cabeceira, na serra de ferrujão.
  3. Com o Estado do Espírito Santo: Começa na serra do ferrujão, no ponto fronteira a cabeceira do córrego do mesmo nome, segue pelo limite interestadual, constituído pelo espigão que contorna as cabeceiras do rio EME, até o entroncamento com serra do bom jardim, divisor de águas entre o rio EME e o ribeirão Resplendor.
  4. Com o Município de Resplendor: Começa no entroncamento da serra do bom jardim, que constitui o divisor de águas entre o rio EME e o ribeirão resplendor, com o espigão que contorna as cabeceiras do rio EME, na divisa interestadual da MG/ES; segue por aquele divisor, contorna as cabeceiras do córrego palmeirinha, depois a do seu afluente, córrego do canalão, prossegue pelo da vertente da margem direita desse ultimo córrego, dividindo suas águas das que correm para o rio EME, até defrontar com a foz do córrego mutuzinho no rio EME.

 

        CUPARAQUE…! SEUS LIMITES POR DIMENSÃO.

 

 Ao Norte= Município de Mantenópolis/Alto Rio Novo-ES

Ao Sul= Município de Conselheiro Pena/MG

Ao Leste= Município de Goiabeira/MG

Ao Oeste=Município de Resplendor/MG

 

CUPARAQUE…! SUAS LOCALIZAÇÕES GEOGRAFICA.

Localizações geográficas e regionais do Município no Estado:

No Estado de Minas Gerais está localizada na região do vale do Rio Doce, no leste do Estado, fronteira com Estado do Espírito Santo, entre as Cidades de Mantenópolis e Alto Rio Novo. No Brasil na Região Sudeste, comarca de Conselheiro Pena, com uma área territorial de 228 km.

   CUPARAQUE…! E SEUS ACIDENTES GEOGRÁFICOS.

Localização no distrito sede: Cuparaque:

  • Serra São José = Fronteira com o Município de Mantenópolis/ES
  • Serra Santa Eliza = Fronteira com o Município de Alto Rio Novo/ES
  • Serra Quarenta Oito= Fronteira com o Município de Mantenópolis/ES
  • Serra do Ferrujão= Fronteira com o Município de Mantenópolis/ES
  • Serra da Pedra do Galho=Fronteira com o Município de Cons. Pena/MG
  • Bacia Hidrográfica = Parte da Micro-Bacia DO Rio Doce

 

 

 

LOCALIZAÇÃO NO DISTRITO DE ALDEIA:

  • Pedra de Santa Luzia – Parte central do Distrito ponto referencial.
  • Pedra do Pescoço Mole- Entre o Distrito e Sede Centro Urbano.
  • Pedra do Garrafão- Fronteira com o Município de goiabeira/MG
  • Conjunto de picos denominados: Sete Pedras- Fronteira com o Município de Goiabeira/MG
  • Bacia Hidrográfica: Parte da Bacia do Rio Eme.

 

 

CUPARAQUE…!SUA HISTORIA E SEU PICOS    GEOGRÁFICOS.

 

PEDRA DO GALHO: Fica situado na froteira do Município de Cuparaque com o Distrito de Ferrujinha, Município de Conselheiro pena. Do lado de Ferrujinha, Cabeceira do Córrego São José Sapé, do lado de Cuparaque,Cabeceira do Córrego Pedra do Galho.Deu-se esse nome pelos primeiros habitantes daquela região, descendentes de escravos vindo do Sul do Estado da Bahia, das lavouras de cacau, e do norte do Estado do Rio de Janeiro, das lavouras de cana de açúcar, da família do Senhor Fortunato do Carmo Cortes. Essa Pedra tem duas galhadas ao norte e leste na cabeceira de dois córregos, suas hartes são afinadas e avistadas dos cumes de todas as montanhas. Este nome também se caracteriza com a galhada de uma árvore Brasileira conhecida como Angico-Prego.

 

PEDRA PESCOÇO-MOLE: Está situado ao lado da Rodovia da Manga, dentro do Município de Cuparaque, entre o distrito de Aldeia e a sede da Cidade. Pescoço-Mole tem na ponta ladeada ao sul uma bola parecendo a cabeça de uma criança e ao ladear tem um formato de machado, com varias formas, conforme muda o percurso e o perfil da mesma. Esta situada ao oeste na propriedade da família dos Bacelar, ao sul da propriedade da família Ferreira Dias, um dos desbravadores do distrito vindo da zona da mata mineira.

 

PEDRA DO GARRAFÃO OU DEDO DE DEUS: ESTA LOCALIZADA NA FRONTEIRA DOS Municípios de Cuparaque e Goiabeira, na propriedade dos herdeiros do ex-vereador Sr. Petronilio Vicente de Souza, deu esse nome pelo formato de um dedo polegar de um ser humano,pela descrição bíblica em Gênesis (imagem semelhança de Deus), o nome dado pelos primeiros habitantes. Depois com o passar do tempo tendo ela o formato muito alongado e de difícil acesso, deram-lhe o nome de pedra do garrafão por ser muito lisa, ponta fina e base grossa.

 

CUPARAQUE…! SEU POVO,SUA GENTE,SUA DENSIDADE GEOGRAFICA.

 

*População= 4.367 habitantes

*Homens= 2.206 e Mulheres= 2.261

*População Urbana= 3.252

*População Rural= 1.115

*População do Distrito de Aldeia= 1.200

*Número de Edificações no Distrito= 480

*População da cidade= 3.167

*Número de Edificações na Sede= 2.021

*Eleitores do Município= 3.864

* IDH= 0,710

*Principal atividade econômica do Município= Agropecuária: corte e leite

*Cidade de Cuparaque= 180 metros ao nível do mar-Altitude

Latitude= 18º-96´944´´ Longitude= 41º-09´917´´.